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A vida tem que prevalecer

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MILTON MONTI DIZ QUE ELEITOR DEVE ESCOLHER BEM SEUS REPRESENTANTES

Deputado defende transparência na política e pede mais participação da população para acompanhar a vida pública dos seus representantes

Milton Monti

Conhecer bem para votar bem. Essa é a dica do deputado federal Milton Monti para o eleitor escolher seus representantes políticos. Favorável à transparência no setor público, o deputado diz que quanto mais a população participar da política, melhor será para o país. “Quanto mais transparentes forem os poderes constituídos, teremos uma democracia mais sólida e uma sociedade mais consciente, escolhendo melhor os seus representantes”, diz Milton Monti, na entrevista a seguir.

 
Deputado, este ano tem eleições nacionais e o eleitor brasileiro está cada vez mais preocupado em como votar bem. Que avaliação o senhor faz desse comportamento do eleitor?
Deputado Milton Monti - Eu entendo que isso é um avanço da democracia, da participação popular, do fortalecimento das instituições. Quanto mais a população participar e se inteirar dos problemas políticos, econômicos e sociais do País, do seu Estado, da sua comunidade, ela vai, certamente, contribuir para muitas questões possam ser resolvidas mais facilmente. Quando a população participa, cobra e verifica as ações das autoridades constituídas, essa ação ajuda no desenvolvimento do País.
 
Tramitam na Câmara projetos que cobram da classe política postura mais séria, como é o caso do projeto Ficha Limpa. O que o senhor pensa sobre o projeto?
Milton Monti - Todo projeto que puder melhorar o relacionamento com a sociedade e aumentar a transparência da atuação de todos os poderes constituídos é importante. E quando digo todos, é porque isso não deve se restrito apenas ao Legislativo, aos deputados. Temos que transportar isso também para o Executivo, para o Judiciário, para o Ministério Público, enfim, todos devem ter a mesma transparência. E isso é válido, é salutar. Eu vejo dessa forma. Temos que apoiar porque, quanto mais transparentes forem os poderes constituídos, nós teremos uma democracia mais sólida e uma sociedade mais consciente, escolhendo melhor os seus representantes.
 
O senhor ou a bancada do Partido da República na Câmara pretendem apresentar emendas ao projeto Ficha Limpa?
Milton Monti - Em temos partidários, esse assunto ainda não foi tratado com a bancada do PR. Não há um posicionamento a respeito do projeto. Nós vamos analisar e debater o assunto. Há várias propostas, inclusive algumas que querem remeter para a condenação a partir da segunda instância e não da primeira instância do Judiciário. Outras mencionam alguns tipos específicos de processos e não de todos os processos, indistintamente. Ou seja, o debate que ocorrerá para votação desse projeto vai aprimorá-lo. Não é possível dizer qual a forma tomará o produto final. Mas a minha intenção pessoal e de muitos colegas deputados é que o projeto possa ser aprimorado, evidentemente, para que não seja desfigurado.
 
O senhor acredita em votação do projeto ainda este ano?
Milton Monti - É possível que sim. Temos um ano que é eleitoral, com características próprias, mas é possível que o projeto venha a ser colocado em pauta. Para ser votado, é preciso que ele entre em pauta. Mas colocá-lo na pauta é uma decisão do presidente da Câmara. Pelo que leio e vejo na imprensa, o presidente da Câmara tem dito que vai colocar o projeto em pauta. Então, vamos aguardar essa definição.
 
A legislação eleitoral mais rígida é boa para o Brasil?
Milton Monti - Eu não diria uma legislação mais rígida. Eu diria que precisamos buscar transparência. Evidentemente, a rigidez seria uma consequência dessa transparência. Porque, muitas vezes, buscar a rigidez da lei pela rigidez, pode-se cometer injustiças. E, evidentemente, ninguém pretende ser injusto. Se tiver transparência acima de tudo, tenho certeza, as consequências do novo modelo de transparência e abertura total vão culminar no fortalecimento da classe política, na melhoria das instituições, em melhoria na representação popular. É isso que nós temos que buscar.
 
O senhor defendeu que haja engajamento das pessoas no processo político, para ter consciência e votar bem. Qual a dica para o eleitor escolher bem seus representantes políticos?
Milton Monti - Hoje, os instrumentos de comunicação social são abrangentes. Além dos tradicionais rádios, canais de televisões, jornais e revistas, temos também a ferramenta da internet, que é muito importante. Acredito que a internet vai servir como um grande meio de informações para o eleitor. Quanto mais o eleitor puder saber das coisas que acontecem, melhor. E ele deve buscar dessas formas que eu disse. A forma de ele se inteirar da vida política do país, de modo crítico, procurar através dos meios de comunicação saber do seu candidato, daquele em quem pretende votar, aquele que ele quer que o represente no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas, nas Câmaras Municipais. Sempre, fazendo um acompanhamento de forma crítica. Também temos que destacar que há um temor. Como a internet é um meio de comunicação social totalmente livre, pode acontecer de determinado assunto, muitas vezes calunioso, inverídico, ser colocado na rede e chegar ao conhecimento das pessoas de forma distorcida, mentirosa. É preciso critério, porque a gente vê coisas do arco da velha na internet. Veja, que até há programas de televisão com quadros sobre o que é verdade e o que é mentira no conteúdo que circula na internet. Isso acontece porque tem muita coisa que está na internet, parece ser verdade, mas é mentira. Faço essa ressalva, sabendo que temos que correr o risco. Não é porque pode aparecer mentira ou calúnia, que não devamos prestigiar esse tipo de comunicação.
 
O importante é conhecer bem a biografia do candidato em que se pretende votar?
Milton Monti - Claro. Não só uma notícia pinçada aqui e ali da internet. O eleitor deve olhar para a história política daquele candidato. O que ele foi a vida toda, o que ele é hoje e não se deixar levar por um tipo de inverdade que eventualmente pode aparecer durante a campanha, às vezes até promovida pelos adversários e concorrentes políticos ao mesmo cargo. Eu diria que é importante olhar todo o histórico, toda a trajetória, tudo que já aconteceu na vida daquele candidato, para que o eleitor possa, então, tirar sua conclusão final.


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