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REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO É TEMA COMPLEXO, DIZ MILTON MONTI

Essa matéria envolve as projeções de futuro de um país, diz o deputado que defende debate profundo sobre o assunto

Milton Monti

A Câmara Federal colocou em discussão nacional uma PEC (proposta de emenda constitucional) que tem gerado grande polêmica. Entidades de classes, trabalhadores, parlamentares e o próprio governo têm opiniões divergentes sobre a PEC 231/95, que prevê a redução da carga de trabalho de 44 para 40 horas semanais e o aumento do adicional de 50% para 75% do valor da hora extra trabalhada.

Para o deputado federal Milton Monti, é difícil pensar em um consenso para a matéria. “Essa matéria vai para o voto e no voto será decidida”, avalia. O parlamentar reconhece que o tema é polêmico e complexo. “É, realmente, um assunto polêmico, que não envolve apenas os trabalhadores, os empresários, os que estão sendo contratados ou não. Na minha opinião, essa matéria envolve as questões da econômica do País, as projeções de futuro de um país que pode crescer mais ou pode crescer menos”, complementa.
Sem posição declarada até o momento, Milton Monti defende o debate em profundidade sobre a PEC para esgotar as possibilidades de argumento de quem é a favor ou contrário à proposta. “É muito mais complexo que a questão trabalhista. Nós temos que dar muita atenção ao tema, analisando todos os aspectos. É importante esgotar todas as discussões possíveis para dar esse passo. E falo, inclusive, das discussões que possam parecer descabidas, mas temos que ouvir todos os segmentos para formar um juízo de valor com muita convicção e não darmos um passo errado”, alerta.
O parlamentar exemplifica com o exemplo chinês. “Temos exemplos que são, evidentemente, mais radicais, como a China (segunda maior economia mundial), que é um país socialista. Lá, a jornada de trabalho, às vezes, chega a 12, 13, 15 horas de trabalho. E nem existe salário mínimo. E vemos que a China é uma potência. É por aí? Não, não é. Eu também acho que não é por aí. Mas veja que o assunto é muito mais profundo que apenas a relação de trabalho. Para mim, essa PEC diz respeito à projeção de futuro da Nação”, reforça.
Para Milton Monti, essa discussão tem que acontecer, mesmo, no Congresso Nacional, o fórum adequado para se resolver as equações que interferem na vida do povo brasileiro. E sem pressa ou pressão por contaminação do momento eleitora. O deputado diz que o mais importante é que a convicção dos deputados esteja amadurecida o suficiente para colocar a redução da jornada de trabalho em votação na Casa.
 
 
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