Leia artigos do Deputado Milton Monti

O Brasil para ser passado a limpo

O Brasil avançou muito em vários aspectos essenciais nos últimos anos, sob a ação corajosa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas são enormes as carências que se acumulam em uma nação de proporção continental, como a nossa.

 
Página PrincipalFotos de eventos municipais e regionaisInformações úteis para gestores municipais - ministérios, órgãos públicos, indicadores municipais, secretarias regionaisNotícias e reportagensUtilidade Pública - informações úteis para cidadãos e empresas, como serviços disponveis para a população, concursos,  entre outrasLegislação - Constituição Federal, Legislação da Mulher, Estatuto do Idoso, Código de Defesa do Consumidor, entre outrasTenha acesso ao material de imprensa do Milton MontiEntre em contato com o Deputado Milton Monti

A vida tem que prevalecer

 

Nos tempos em que vivemos, freqüentemente observamos a vida humana e a morte serem banalizadas e desrespeitadas por diversas formas de crime. Tanto a ficção que nos entretém quanto a realidade que nos toca abordam o tema da vida todos os dias. Por extensão, a morte e as formas de se chegar a ela também são temas para filmes, novelas, noticiários, debates, etc, nem sempre tratados com o devido respeito. A conseqüência direta da banalização da vida e da morte é a perda do senso crítico sobre o que é realmente valoroso na existência humana. Sem senso crítico, estamos diante de um caminho perigoso que permite o avanço desmedido da barbárie, da violência, da agressão ao próximo.
Toda pessoa de bem, que pauta sua conduta pelos princípios morais e éticos, se estarrece diante da violência que agride a vida. O problema é que a vida humana tem sido agredida desde seus instantes iniciais de concepção até a fase mais avançada, quando a vida se aproxima do fim, seja por idade, por doença ou por qualquer outra forma.
Paro para refletir sobre este assunto, o valor incalculável que a vida tem, estimulado por ações que despertam a atenção para os principais problemas do nosso tempo. Vejo, por exemplo, a comunidade religiosa, em especial a católica, mobilizada em campanhas nacionais que gritam em defesa do dom da vida. Vejo, também, o esforço permanente da medicina séria em vencer os limites da doença, pesquisando curas para os males que ameaçam a saúde e a vida.
Por outro lado, a exposição permanente à barbárie torna o homem insensível à dor do próximo. Esse é um problema sério. Outras vezes, a convivência com as muitas formas de violência acaba por despertar os instintos violentos do ser humano. É uma situação que agride a sensatez e a inteligência que fazem do homem um ser diferente, um ser semelhante a Deus.
Volto ao tema central, a vida. O direito de nascer, crescer e chegar à morte natural é inviolável. Ninguém tem o direito de romper com a linha natural da vida. A morte antecipada, seja por qualquer forma ou razão, não deixa de ser uma violência. É uma aberração, é uma barbárie que todos devemos condenar e evitar.
Assim, acabo por adentrar à polemica discussão sobre o direito ao aborto e a pena de morte. A quem cabe, senão a Deus, o direito de decidir sobre a continuidade da vida? Somos homens, imperfeitos em nossa essência. Mas podemos e devemos nos esforçar para evoluir. Desde sempre, sonhamos com a perfeição de Deus. Acredito que o caminho para nos aproximarmos disso é, sempre, colocar o respeito à vida em primeiro plano. A vida é o maior bem que temos e, portanto, devemos preservá-la. Por isso, não posso concordar com propostas que aviltem o direito à vida. Pena de morte, interrupção de gravidez, criminalidade, miséria, tudo que ameaça a natureza da vida deve ser combatido.
Espero, sinceramente, que nosso compromisso com a manutenção da vida nos leve a defender os que são mais fracos e necessitados. Acredito que seja responsabilidade de todos e de cada um, individualmente, promover os meios que possibilitem ao ser humano desfrutar da vida em toda sua plenitude. Para tanto, é nosso dever acolher com respeito a mulher gestante, a criança em todas as suas fases de desenvolvimento, o adolescente, o adulto em sua maturidade e o idoso, para que a trajetória entre o nascer e o morrer seja cada vez mais digna do valor inestimável da vida. Dessa forma, coloco-me totalmente a favor da vida e veemente contra a qualquer proposta ou iniciativa que a destrua.
 

Milton Monti é deputado federal e vice-líder do Governo na Câmara Federal.


Deputado Federal Milton Monti Deputado Federal Milton Monti
Desenvolvimento AgênciaDot. Comunicação Em breve!